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Como criança que sou adoro brincar.

E quero dizer que amo minha família e minhas coleguinhas de minha Escola e de meu Bairro na cidade onde resido Acaraú-Ceará- Brasil.

Tenho muitas amigas e amigos e adoro sorvete de chocolate.

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Santo Anjo do senhor meu zeloso guardador já que a ti me confiou a piedade divina Sempre me Rejas e Guardes. e Governes e me Ilumines.

Amém.

*...*...*...*...*...*...*...*...*...*...*...*...*...*...*...*...*...*...*...*...* SOU E FUI DESTAK *...*...*...*...*...*...*...*...*...*...*...*...*...*...*...*...*...*...*...*...*








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É dever de todos velar pela dignidade da criança e do adolescente, pondo-os a salvo de qualquer tratamento desumano, violento,aterrorizante,vexatório ou constrangedor.

Art.18 do Estatuto da Criança e do Adolescente –ECA.
Lei Federal Nº 8.069/1990.

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Ouse errar e sonhar.
Significados profundos muitas vezes se encontram em brincadeiras de crianças.

Johann Von Shiller.

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A criança e o adolescente têm direito a proteção à vida e à saúde, mediante a efetivação de Políticas Públicas que permitam o nascimento e o desenvolvimento sadio e harmonioso, em condições dignas de existência.

Art.7º do Estatuto da Criança e do Adolescente.

Lei Federal Nº 8.069/1990.

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OLÁ... 

EU  SOU  A  BIA, 

 ESTAREI  AQUI  NO MEU  CANTINHO 

RECEBENDO  MEUS  AMIGUINHOS (AS), 

 QUE  VIEREM  ME  VISITAR...

ESTOU MUITO  FELIZ 

POR TER  MINHA  MÃE  CRIADO 

ESTE  ESPAÇO  PARA MIM...

 

BEIJINHOS  A  TODOS !!!

 

 



- Postado por: Hist. contadas por minha mãe às 15h40
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A  fruta

Autor: Alberto Jorge Filho

http://sitededicas.uol.com.br/hi2_p0.htm

Hoje está um lindo dia para um passeio nesse maravilhoso e verde Bosque...

Um Menino caminhava tranqüilo pelo bosque, olhando as árvores e admirando aquela bela natureza...

Então ele viu uma coisa que o deixou maravilhado.

Era uma frutinha presa no alto de um monte.

Mas, não era uma fruta comum, era a fruta mais brilhante e bonita que já havia visto.

E ele disse:

- Tenho que pegar essa fruta. Não me parece nada difícil, é só subir o montinho e pronto...

E com firmeza ele começou a escalar o pequeno monte.

E nesse momento, começou a cair uma chuva muito forte seguida de trovões.

De repente deu um grande relâmpago e um raio muito brilhante caiu sobre o monte, muito perto dele.

E mais uma vez começou a escalar a encosta.

Quando ele já havia subido um bom pedaço, um monte de pedras começou a rolar morro abaixo.

Depois de analisar bastante a situação,  achou  melhor subir com uma corda.

Ele jogou a corda e a laçou numa pedra no alto do monte, e outra vez, iniciou a subida.

Por incrível que pareça, no meio da subida, a corda se partiu e ele caiu uma vez mais.

Ele resolveu construir uma escada. 

Depois de terminar a escada, ele subiu e

Agindo assim, finalmente ele chegou no topo do monte.

Muito contente, olhou a fruta e exclamou:

- Valeu a pena o trabalho que tive. Depois de tantas dificuldades, você parece muito mais bonita.

E colheu a fruta.

Vitorioso, ele desceu e foi para casa dizendo:

- Apenas uma pessoa merece esta tão bela e valorosa fruta, e ela é a minha Mãe.

 Os obstáculos, sempre vão existir na vida das pessoas.

Lutar e tentar vencê-los é o verdadeiro desafio.



- Postado por: Hist. contadas por minha mãe às 15h38
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29.03.2007

 

COELHINHO ESPERTO

 

Marlene B. Cerviglieri

 

Uma manhã depois de se fartar de tanta verdura o coelhinho rajadinho, assim era chamado, pois era todo branco com algumas manchas pretas, resolveu sair da gaiola. Ah, pensou ele: quero dar uma voltinha par aprender alguma coisa mais. Saiu saltitante como são os coelhos, e foi parar bem no meio da floresta que havia na fazenda.

- Puxa que coisa maravilhosa! Quanta árvore e vegetação!

Ficou muito encantado mesmo, foi entrando cada vez mais. De repente surgiu um tatu... O coelhinho, que não conhecia nenhum outro bicho, levou um susto.

- Quem é você?

- Ora, sou o tatu! Respondeu.

O coelhinho chegou até perto, meio com medo e colocou o nariz no tatu.

O tatu que era muito esperto e conhecia muitos bichos, riu do coelho.

- Veja, coelhinho, existe duro e mole...

- O quê?  Perguntou o coelhinho.

- É, meu amigo, duro sou eu e mole é você.

- Ah, entendi. Quer dizer que existe diferença entre duro e mole.

- Sim, e você sente isto.

- Veja aqui outra diferença: Nós estamos embaixo da árvore, certo?

- Sim.

- E o nosso amigo lá, o passarinho, está em cima da árvore. Entendeu?

- Sim. Embaixo e Em cima.

Ficou feliz de aprender, disse adeus ao tatu e voltou pulando para sua casa.

- Meus irmãos - disse quando chegou -, aprendi muito hoje, sei agora o que é duro e o que é mole!

- Vejam - e foi dando instruções para seus irmãos -, coisas simples de se aprender.

- E você já sabe estas diferenças?

Se não souber leia novamente e o tatu irá explicar. Seja um coelhinho esperto!



- Postado por: Hist. contadas por minha mãe às 15h32
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A  Oncinha pintada

Marlene  B. Cerviglieri

Na floresta havia muito que se fazer. Todos estavam empenhados em buscar alimentação e cuidar de seus ninhos, tocas suas casinhas. O senhor tatu cavava muito fundo sua toca, os pássaros estavam buscando gravetinhos folhinhas secas para  abrigarem seus  ninhos. Apesar de tanto trabalhos estavam alegres e se comunicavam uns com os outros, naquela linguagem dos bichos. Tudo ia indo muito bem, até que a oncinha pintada e a leoa começaram a se agredir. Coisa feia , xingavam  chegavam a rosnar alto. Vieram as mamães como sempre para separar as briguentas. A leoa dizia para a oncinha:

-Sua pintada, você é cheia de manchas...

A oncinha chorava e dizia:

-Nasci assim sou igual minha mamãe, e você é rabuda...

Assim gritando uma com a outra, coisa feia de se fazer, foi que a mamãe da oncinha resolveu falar.

-Vocês são ingratas, as duas. Vejam por exemplo a arvore da jabuticaba!

-E o que tem a jabuticabeira a ver conosco?

-muito mesmo.

-Já explico.

-De que cores são suas frutas?

-Ah, pretinhas eu acho e gostosas...

-Muito bem,, e antes que cor tem?

-Bem, eu não sei, verde das folhas - disse a oncinha.

-Não ela floresce todinha com florzinhas brancas. Depois é que se transforma em fruta, muito gostosa não é?

-Mas não entendi o que isto tem a ver com a gente?

-Sim, tem e muito. A oncinha é pintada , a leoa não. Existem muitas diferenças entre nós todos. Você oncinha é pintada por fora na pele, mas por dentro é branquinha.

-Como branquinha?

-Você é uma boa oncinha, ajuda seus amiguinhos, é boa filha, não diz mentira, faz suas tarefas, isto a torna branquinha por dentro. A jabuticabeira é boa conosco nos dá sua parte boa, seus frutos, mas antes nos mostra sua parte boa que são as flores brancas. Como já disse, existem diferenças e devemos aceitá-las e não apontar aos outros o que tem de diferente. Nós também temos nossas florzinhas brancas e devemos usá-las para fazer o bem.

-Então eu tenho flor dentro? - Perguntou o coelhinho interessado.

-Sim, e muitas folhinhas verdes também.

Todos riram e a briga acabou. É assim mesmo, nós temos diferenças não somos iguais. Talvez um dia estas diferenças venham a nos ajudar, assim como  ajudou a oncinha pintada. Que tal, vamos chupar jabuticabas?



- Postado por: Hist. contadas por minha mãe às 15h28
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A  árvore  crespinha

 

Dentro de um parque muito lindo estava a árvore crespinha. Era assim que os demais  moradores a conheciam. Era muito alta e toda coberta de folhinhas dando a impressão que foram colocadas uma a uma no tronco dela. Os pássaros gostavam de conversar com ela, pois sempre aprendiam alguma coisa nova. Tinha sempre boas palavras para todos e dificilmente se irritava. Ficava muito feliz, pois em seus galhos abrigava muitos ninhos de pássaros que vinham de longe, para ali construírem seus ninhos.

Os pássaros procuravam ajudar as mamães na formação dos ninhos, e todos buscavam gravetinhos. Também frutinhas das quais se alimentavam. Tomavam seus banhos e brincavam saltando de um lado para outro. Mas eis que começou a se formar uma nuvem grande e escura. Estava carregada e logo iria despejar toda água no parque.

Voavam todos para seus ninhos suas casinhas a fim de se abrigarem da chuva que já vinha chegando. E ai começou  a cair muita água e até pedrinhas que chamamos de granizo. É muito bonito de se ver, mas estas pedrinhas, granizo machucam as plantas e, conforme o tamanho, quebram até telhados. Por uma meia hora foi uma tempestade bem forte. Quando passou havia um silêncio no parque.

Hora de se ver os estragos. Quanta plantinha não resistiu, e muitos filhotinhos caíram do ninho e estavam mortos no chão.

Que tristeza de se ver.

Os  moradores da  árvore  crespinha estavam todos  bem.

Na hora da chuva a  árvore  pediu  que viessem se abrigar no meio das folhinhas enrolando seus filhotinhos e assim o vento não os derrubou. Agora podiam  voltar para seus ninhos.

E lá no alto da árvore os pássaros cantavam felizes novamente. Tudo é tão passageiro, passa depressa. Não acontece novamente da mesma forma, vamos fazer agora pois amanhã poderá não ter mais volta. E ali ficou a arvore crespinha sempre alegre e feliz conversando com quem quisesse falar com ela.

Não havia no parque árvore mais feliz.

- E você já disse e pensou alguma coisa boa hoje? De minha parte um abraço e um grande beijo em teu coração.

 

Marlene B. Cerviglieri



- Postado por: Hist. contadas por minha mãe às 16h15
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Chinelos encantados

Irani Alves Genaro

Um dia uma garotinha

Comprou numa liquidação

Um chinelo cor de rosa

Com laçarotes de cordão.

Ela nem imaginava

O que iria acontecer,

Aqueles chinelos novos, iriam dar o que fazer!

Chegou em casa tão feliz

E os pôs perto da cama,tirou a roupa que usava e colocou um pijama.

Porém aqueles chinelos tinham sido enfeitiçados,

Ao ver alguém de pijama em seus pés eles entravam.

E depois o que faziam?

Você é capaz de imaginar?

Os chinelos tinham poder de fazer qualquer um voar.

A janela estava aberta e os chinelos com bravura,

Levaram logo a menina ao encontro da aventura!

Os chinelos voadores

Também conseguiam falar,

Mas, isso só acontecia,

Quando estivessem no ar.

-Ouça, disseram à menina:

Não queremos te machucar,mas sim,mostrar

Que  no mundo,tem coisas para consertar



- Postado por: Hist. contadas por minha mãe às 16h40
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                                                  O Anjinho Perdido

 

 Voavam todos juntos e alegres no imenso céu azul. Como era bom brincar com seus amigos e irmãos voando e fazendo mil brincadeiras.

                        Todos eram branquinhos com suas asinhas  e os cabelos encaracolados que pareciam ouro de tanto brilho! Mas um deles era diferente.

Suas asas eram mais redondas não eram branquinhas, mas douradas, seus cabelos eram cor de ouro mas curtos e sem cachinhos. Sentia-se diferente e por isso ficava triste. Um dia quando estavam voando fazendo suas brincadeiras,pois vocês sabem que os anjinhos estão sempre por ai fazendo das suas mas tomam conta da gente também...

Bem neste vôo longo este anjinho diferente distraiu-se e caiu na terra!

                       Aprendeu muitas brincadeiras novas que iria ensinar para seus amiguinhos também. Lá de dentro da casa uma voz chamou para almoçar!

Aprendeu que existem muitas diferenças, e que ser diferente não é doença não é feio, apenas se é diferente. Aprende-se de outra maneira, se come se brinca cada um no seu modo de ser! Ficou contente com o que aprendera e naturalmente iria ensinar aos seus amigos a brincar de forma diferente. Iria ser muito divertido brincar de super-heróis pois todos voavam de verdade! Rindo voltou para o seu grupo de anjos.

 

Marlene B. Cerviglieri



- Postado por: Hist. contadas por minha mãe às 15h14
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O SAPO E A FLOR...

 

Marlene B. Cerviglieri


Numa floresta muito grande e cheia de bichos, habitavam várias famílias de animais.
Desde insetos e até mesmos leões com suas leoas e filhotes.Todos cuidavam de suas vidas e da comida também. Os macacos eram os mais alegres, pois estavam sempre brincando e pulando de galho em galho, como se fosse uma festa.Os pássaros regiam a orquestra, pois entre tantos gritinhos, urros e barulhos dos bichos parecia mesmo uma grande orquestra.
Estava um dia o sapo tomando seu banho de sol, quando ouviu que lhe dirigiam a palavra.Logo abriu seus olhinhos procurando quem com ele estaria falando!
Eis que vê uma linda flor cor-de-rosa cheia de pintinhas...
 De repente surge o gafanhoto saltitante e vê a flor, mas não o sapo.
A flor, quando o percebeu, ficou tremendo em seu frágil caule.
O sapo, quietinho, quietinho, não se mexeu, e quando o gafanhoto se aproximou da flor, nhac... o alcançou com sua língua.
A flor que já se havia fechado, pensando que iria morrer, abriu-se novamente não acreditando no que havia acontecido.
Mas dona árvore que desde o início a tudo assistia, falou muito energicamente e brava lá do seu canto de
 como as aparências enganam. Falou que Tinha  certeza que a senhora flor gostaria mais do elegante e magrinho gafanhoto do  que do  sapo. No entanto, veja  que o sapo não  teria sido tão mau!
Às vezes pensamos e dizemos coisas sobre nossos semelhantes que não são verdadeiras. Precisamos tomar muito cuidado com o que falamos.
Com sua vozinha fraca a flor disse ao sapo:
- Meu amigo, você é, realmente, amigo. Agradeço-lhe ter me salvado do gafanhoto e prometo que nunca mais falarei de ninguém.
- Aprendi a lição e dona árvore me ensinou também.
Todos os bichos que estavam assistindo bateram palmas.
E assim amiguinhos, aqui fica a lição: somos todos iguais. Existem bons e maus, mas podemos escolher de que lado vamos ficar.....



- Postado por: Hist. contadas por minha mãe às 15h15
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 Pooh  procura  mel !

Vaz Nunes

 http://www.contandohistoria.com/poohmenu.htm

 

 

Ursinho Pooh era muito gordo. Ele morava em um velho carvalho na Floresta dos Cem Acres.

Todas as manhãs, Pooh praticava seus exercícios pesados.

Mas, ao ver sua barriga, Pooh lembrava-se de sua comida preferida: mel! Pooh ouviu um zumbido de abelha e o seguiu. Abelhas significam mel!

Pooh acompanhou a abelha até uma árvore alta. Upa . . . Upa . . .  ele subiu. Ele se esticou na direção do buraco do mel.

Mas aí ele caiu . . . despencou . . . e despencou e caiu em cima de um arbusto de espinhos.

Pooh ainda queria aquele mel. Ele foi pedir a Christopher Robin, seu melhor amigo, que o ajudasse. Pooh encontrou seu amigo com Can, Guru, ló e Corujão.

Pooh perguntou a Christopher Robin se ele podia emprestar um grande balão azul. Ele se cobriu de lama para parecer uma nuvem de chuva!

Pooh flutuou até o buraco de mel e pegou uma grande porção.

As abelhas ficaram muito zangadas e saíram atrás de Pooh.

De repente o balão estourou. Pooh caiu e foi apanhado por Chritopher Robin.

Os amigos correram e se jogaram dentro de um lamaçal, escondendo-se das abelhas debaixo do guarda-chuva de Chritopher Robin.

Christopher Robin abraçou Pooh. "Você é mesmo um velho urso adorável, mas tolo"- ele disse.



- Postado por: Hist. contadas por minha mãe às 19h21
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AS NUVENS DO CÉU

 

Marlene B. Cerviglieri

 

http://www.contos.poesias.nom.br/historiasinfantis/historiasinfantis.htm

 

Estávamos todos deitados no chão de areia quente, na praia linda de um verão que foi inesquecível. Tínhamos nadado, corrido atrás de bola, pescado, enfim feito tudo que tínhamos direito. Sendo assim, ali, deitados na areia morna, descansávamos.

Olhando o céu, vi duas nuvens tão lindas destacando-se no azul imenso quase se juntando ao mar revolto.

E ai começa a história:

 

Era uma vez duas famílias de nuvens que eram vizinhas no céu.

Ambas tinham filhos e viviam em perfeita harmonia, pois ali era o céu...

Às vezes passavam maus bocados, pois o Sr Trovão gostava de vir berrar bem em cima delas e isso as fazia chorar muitas lágrimas pesadas.

Mas, hoje tudo estava calmo e as crianças, duas lindas meninas foram brincar lá fora.

- De que vamos brincar? perguntou uma nuvenzinha.

- De desenhar. - disse a outra.

- E o que vamos desenhar hoje?

- Eu vou desenhar um urso bem grande.  E assim começaram seus desenhos.

Que coisa mais linda foi se montando no céu!

O urso foi crescendo e até andava bem devagar em torno da nuvem mãe que também estava por lá.

Hei, hei, acorda Dudu você está bem?

Aí, então, vi que havia sonhado, mas quando olhei para o céu lá estavam elas brincando novamente.

E agora, o que seria que iriam desenhar as nuvens do céu?



- Postado por: Hist. contadas por minha mãe às 14h56
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NÁDIA

Texto de Ana Laureano

http://www.geocities.com/analaureano/Kids-main.html

Como a Nádia era uma menina muito boazinha, os pais decidiram fazer-lhe uma surpresa no aniversário e ofereceram-lhe um cãozinho.

O cãozinho e a menina tornaram-se muito amigos. Nem de noite se separavam, pois ele dormia sobre um velho tapete no quarto da dona.

Durante o dia brincavam no  quintal e a noite o pai  levavá-o à passear.

Mas o cãozinho, disse a mãe da Nádia, precisava de ter um nome. Não se podia chamar só "cãozinho".

A Nádia fartou-se de pensar: como havia de chamar-lhe? "Ossinhos"? pensou. Talvez "Abanico" pois ele estava sempre a abanar a cauda... E se fosse "Orelhas"? Como ele tinha orelhinhas sedosas...

Mas não gostava de nome nenhum. Será que alguém a podia ajudar? E deu um papelinho em branco a cada uma das suas amigas. Assim elas podiam escrever qual o nome que achavam melhor.

Era uma boa ideia, não era?

Foi a Vanessa, a melhor amiga da Nadia, quem disse: "Ele tem umas manchinhas tão engraçadas...parecem bolinhas..."

É isso mesmo!, disse a Nádia. Vou chamar-lhe Bolinhas!

E o cãozinho, ao ouvir esse nome, abanou a cauda de alegria.



- Postado por: Hist. contadas por minha mãe às 14h19
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Ouvindo  Grilos

Maria Hilda de J. Alão

- Filha, que fazes aí sentada na escada da varanda a esta hora da noite? Não estás cansada depois da aula de música?

 

- Estou ouvindo os grilos, mamãe! – respondeu a menina de sete anos à pergunta da mãe.

 - Não vejo graça na cantoria dos grilos. – disse a mãe.

 - É que você, mamãe, ouve com os ouvidos de fora. Eu não. Eu fecho os olhos e deixo o canto penetrar nas minhas orelhas, escorregar pelos meus tímpanos e cair na minha alma preparada para receber esta orquestra de seres pequeninos. Posso até identificar em qual das notas musicais cada um deles cricrila.

- Lili, tu és sonhadora...! Escuta, escuta, agora tem um coral de sapos. – disse a mãe rindo.

- Nada disso. Vê como você não usa os ouvidos da alma! O canto é das rãs lá do ranário do vovô Dudu. – disse Lili de olhos fechados apurando os ouvidos de sua alma pura de criança.



- Postado por: Hist. contadas por minha mãe às 00h22
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O  sonho da boneca

Maria Hilda de J. Alão.

 

Lili, rósea boneca,

Sonha ver toda manhã

Cair flocos de neve

Do céu do seu armário.

 

Sonha ver a prateleira,

A rua onde ela mora,

Coberta de neve durinha

Pra deslizar com patins

 

 Imaginando um bailado

De fantásticas piruetas

Nos braços do boneco

Da prateleira de cima.

 

 Sonha Lili, sonha,

Pois tu és fruto do sonho

De todas as menininhas

De embalarem um dia

 

Uma boneca rosadinha,

Que não se vende em lojinhas

Nem dorme em armários

Só em braços maternos.



- Postado por: Hist. contadas por minha mãe às 13h19
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O GATO SORRATEIRO

Marlene B. Cerviglieri

O gato sorrateiro
O aquário foi cheirar
Com a água gelada
Só pode suspirar!

Não desiste o bichano
Volta a carga, devagar
E como de imediato
Gelado se fez ficar...

Mia, Mia meu gatinho
Deixa eu te enxugar
Aprenda a lição
E no seu canto vá nanar...



- Postado por: Hist. contadas por minha mãe às 13h18
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A SAPA SUZI CLARA

  

Maria Hilda de J. Alão.

 

http://paginas.terra.com.br/lazer/eraumavez/asapasuziclara/asapasuziclara.htm

 

 

Além da linha do trem, onde não mora ninguém, no meio da mata onde tem um rio de águas claras, encontrei a sapa Suzi Clara esperando seu príncipe encantado, o charmoso sapo Caruru; escondido num aguapé que brota nos alagados da região amazônica.

Suzi Clara, tristonha, sentada numa vitória-régia, olhava-se na água do rio suspirando saudosa do companheiro distante. E resolveu viajar, como se estivesse no mar, naquela vitória-régia para concretizar o sonho de um dia muito amar aquele sapo fujão, que preferiu morar no fundão daquele imenso matão.

A correnteza levou Suzi Clara pelo rio de água clara, que mais parecia uma estrada de prata sob a luz do luar.

 

- Meu Deus! Como é belo! Quanta fartura! – pensou a sapinha olhando a natureza exuberante nas margens daquele rio. Amanheceu e Suzi Clara continuava sua viagem agradecendo a chance de sentir o perfume das flores e dos frutos; ver peixes pulando na água; as garças preguiçosas dormitando numa perna só; ouvir canto da passarada voando contra o azul do céu; cobras apressadas saindo do capinzal; o jacaré fingindo dormir; a onça chegando sorrateira; o marulhar suave da água do rio, lembrando uma canção de ninar, correndo na direção do mar e pela abundância de insetos, seu alimento de todos os dias.

 

Diante dessa maravilha, Suzi Clara esqueceu o motivo da sua viagem e a tristeza desapareceu. Ouviu o coaxar de outros sapos, e resolveu aportar na margem direita para desfrutar daquela paz, daquela felicidade que pensava estar tão longe, lá nos cafundós da floresta, mas ela estava ali bem perto dos seus olhinhos agora abertos para a realidade. Aprendeu a olhar em torno de si e descobrir os baús que Deus põe ao alcance de todos, carregadinhos de felicidade. É só abrir os olhos e saber enxergá-los.

 

 

 



- Postado por: Hist. contadas por minha mãe às 12h39
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Pensamentos dum passarinho

Maria Hilda de J. Alão.

 

http://www.contos.poesias.nom.br/historiasparaoneto/historiasparaoneto.htm

 

 

Eu estou tão sozinho,
Sou um passarinho
Morando numa gaiola.

Eu sonho livre voar
Na floresta e voltar a cantar,
Beber água das fontes
Pousar em todas as pontes.

Para ouvir o canto do rio,
Faça calor ou frio,
Correndo para o mar.

Sou da montanha e da campina,
Nasci da vontade divina
Que me deu duas asas
Pra eu voltar para casa.

Quero escolher as sementes,
As folhas e os insetos dormentes
Para ingerir quando com fome
E não comer coisas que o homem

Compra no supermercado.
Eu me sinto injuriado
Neste pequeno quadrado,
Embora eu seja amado,

Sinto um nó na garganta
Que sempre se agiganta
Quando emito meu gorjeio,

E a criança de bons ouvidos
Percebe nas notas gemidos
Vindos do coração
Deste pássaro que vive na prisão.



- Postado por: Hist. contadas por minha mãe às 12h35
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O Piano e as Teclas

 Marlene B. Cerviglieri

 

A sala era muito grande, toda circundada pelas janelas altas, com vidros coloridos.Quando o sol batia ali parecia que um grande arco íris estava dentro da sala. Era ali, que estava o imenso piano. De cor preta com imensa cauda brilhando sempre. O banquinho que sempre o acompanhava era da mesma cor, preto brilhante e com o estofado vermelho. Orgulhava-se de acompanhar o piano seu grande senhor. Por cima deste não havia nada.Não colocavam vasos nem porta retratos que era para não arranhar o móvel tão maravilhoso. E o som que dali saia então, era divino. Mas com tudo isto o piano estava triste. O som já não era o mesmo. O que estaria acontecendo?

O banquinho andava meio nervoso, pois percebendo toda esta tristeza não podia fazer nada. Ah, pensou, vou perguntar direto para ele. Assim o fez.

- Diga-me senhor piano o que está acontecendo? Sinto sua tristeza seu som não está igual.

- É, meu amigo, as coisas não vão bem.

- Por quê? Posso saber ou ajudar?

 

 CLIK NO LINK ABAIXO PARA LER  O RESTANTE DESTA HISTÓRIA: 

http://www.contos.poesias.nom.br/opianoeasteclas/opianoeasteclas.htm

 



- Postado por: Hist. contadas por minha mãe às 12h34
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